27 outubro 2009

Our professor leaves Herzog and de Meuron... =/

by Harry Gugger

The brain behind the Tate Modern revamp, is to leave Swiss stars Herzog & de Meuron after 19 years to set up on his own.

‘I might set up my practice here in Basel or Zurich. Or maybe even London. I know how I want to organise my company. I want a flat hierarchy. English law favours this; you can set up a limited company and then have an employee’s trust, like Make. I want everybody to be a co-owner. That’s not so easy in Switzerland.

My dream would be for it to be small. I know I could handle a larger practice, but I want it to be more like a family. Indeed, I want to focus more on spending time with my young family. I am also a professor at the Swiss Federal Institute of Technology in Lausanne and, together with working at the practice, it was all too much – running my projects, looking after the students and doing research.

‘I never intended to be just an academic. I’ll work at Herzog & de Meuron until the end of the year. I have to pass on my projects, so haven’t had too much time to think about my own practice. But it will have a slow start. Lots of people have said I need to create a lot of momentum from the beginning, but that’s not my style. I’m simply too exhausted.’



u can see it here

14 setembro 2009

01 setembro 2009


Saudades q eu tinha disto!

11 agosto 2009

08 agosto 2009


@pacha

05 agosto 2009

17 julho 2009


Toda a arquitectura pressupõe uma determinada relação entre a opacidade natural da maioria dos materiais empregados e a luz exterior. Os grossos muros românicos abriam-se dificilmente para que a claridade do dia movesse, num espaço que parecia recusá-las, as sombras que precisamente iriam dar-lhe sentido. A sombra é o que permite fazer a leitura da luz. O gótico rasgava-se verticalmente em vitrais que, dando passagem à claridade, ao mesmo tempo a matizavam para resgatar no último instante o efeito misterioso da penumbra. Mesmo nos modernos tempos, quando a parede é, em grande parte, substituída por aberturas que quase a anulam, que a fazem desaparecer em absurdos revestimentos de vidro que diluem os seus próprios volumes num processo de caleidoscópicas reflexões e projecções, a necessidade de apoio de que o olho humano não pode prescindir procura ansiosamente um ponto sólido onde possa descansar e contemplar.
Não conheço na arquitectura moderna uma expressão plástica em que o primórdio da parede seja tão importante como na obra de Siza Vieira. Esses muros longos e fechados surgem, à primeira vista, como inimigos inconciliáveis da luz, e, ao deixarem-se finalmente perfurar, fazem-no como se obedecessem contrariados às inadiáveis exigências da funcionalidade do edifício. A verdade, porém, segundo entendo, é outra. A parede, em Siza Vieira, não é um obstáculo à luz, mas sim um espaço de contemplação em que a claridade exterior não se detém na superfície. Temos a ilusão de que os materiais se tornaram porosos à luz, de que o olhar vai penetrar a parede maciça e reunir, em uma mesma consciência estética e emocional, o que está fora e o que está dentro. Aqui, a opacidade torna-se transparência. Só um génio seria capaz de fundir tão harmoniosamente estes dois irredutíveis contrários. Siza Vieira é esse taumaturgo.

José Saramago

29 junho 2009

Basel






































Bigadu Marta pela estadia e simpatia =)